Hoje o céu chama-me.Talvez por não dar importância à minha capa e me deixar voar para onde nunca tivera palpado. Apesar de olhar para uma escadaria vazia e pela escuridão embriagada, senti a presença de quem descia a mesma, fumando a sua cigarrette per guisa de superioridade. O meu corpo estava visível, contudo, foi trespassado pelo tal ser que nem o era... Seria talvez o 5º império. A seu lado descia o acessível, que por tal me deslumbrou e me agarrou a mão. In speciem iguais, mas a típica insatisfação humana acelerou a máquina do tempo, trazendo consigo as diferenças.
De que vale a presença de um previsível, se no fundo o que se ambiciona é o Ignoto Deo, que avança e trespassa? Talvez fosse eu tal deo, talvez fosse apenas o meu espelho tentando mostrar de novo que poderei ser Sísifo.
Sem comentários:
Enviar um comentário