Na cidade do meu pensamento todas as ruas vão ter à praça da ausência. E as calçadas, feitas de letras sentadas umas ao colo das outras, mostram ideias confusas. Nas casas, as pessoas estão já mortas e sossegam sobre si mesmas, pelo que apenas se vislumbram cortinas esvoaçantes com já escassos sinais de vitalidade.
2 comentários:
Enquanto há vida, há esperança...
Beijo*
Que saudade que já tinha de te ler.
Um beijinho e um abraço preguiçoso.
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