Arrepio

O fumo ardente que eu usava para evadir a minha alma podre, ofuscou-me por completo. Fatum ou não, olhei para ti por entre outras cabeças que se atravessavam entre nós. Não te vi como antes, como éramos antes.
Estavas doentio, indagado pela tua sabedoria solene. Eras um bicho amedrontado que evitou tudo o que o rodeava. Estavas angustiante, com um ar de cansaço transcendentemente poético, e por isso mesmo nesse momento te amei. Porque como sabes, eu não amo pessoas, sequer sentimentos, mas apenas momentos em que pessoas se tornam inconscientemente poéticas, como tu o havias sido nessa noite.
O breve olhar que havia raspado pela tua deliciosa nuca fez-me perder tudo o que havia ganho numa semana de must we. O teu corpo cravado com laivos do meu fumo ardente, e a tua pequena grandiosidade, fizeram-me gritar para o meu interior. Ouvia-te no meu eco, como se meu amante fosses, até à exaustão.
Até que o fumo se esfumou da minha vista azulada, e eu voltei a sentir-me como antes.
O resto da noite foi enganada por outra personagem bravia, mais um condenado à escravidão. Mal sabia que o entretenimento amado que sentia ainda se baseava na altivez da tua presença, no amor que me havia penetrado o inconsciente.
A noite ainda gritava por mim, mas decidi deitar-me. Enquando os meus estímulos visuais se diluiam no mosaico de imagens que havia apreendido nessa noite, relembrei com gosto a conversa deliciosa com o escravo. Mas mais tarde, quando os morcegos me mordiam os pulsos na busca de conhecimento, lembrei-te de novo.
No meio do meu tumulto diário apareceste, e decidimos fugir. Refugiámo-nos na maior viagem telepática que até hoje conhecia, e naquele limite, uma nuvem de fumo ardente nos trespassou o olhar.
Quando voltámos a sentir visualmente, vi-te a cobrir o meu corpo gelado com o teu corpo contrastante. Estavamos no teu quarto, onde só havia estado uma vez em toda a minha vida, mas que por isso mesmo, tinha sido suficiente. Sabia que quem tu mais tinhas amado até hoje, tinha feito de ti os seus gemidos naquele quarto.
Aí, a imagem eterna que me ficou na memória. Nossos corpos gelados, o teu beijo quente e perfeito, e o teu grito preso abaixo da minha cintura. Encostado à cama descansava o teu amor material, a tua música por cordas rodeada de um negro falso.
Sentia-te.
Acordei, tentei voltar ao sonho, inutilmente. A cama estava vazia, não havia vestígio de teu sangue. Mas se eu fechar os olhos, imaginar o fumo ardente a querer cegar-me, e sentir o delicioso sabor do teu pescoço, vejo-te comigo.

Há correspondência com a evasão

Gente que corre num sentido, como se uma torrente amarga pré-destinada fosse.
Que quadro belo.
Todos têm pressa, todos aceleram o passo efeverscente, no intuito de encontrar um lugar sentado, longe do gordo peludo que tresanda a presunto fresco.
Todos querem chegar, todos se sentem importantes.
Todos se sentem eles mesmos, todos pensam que são, ou pelo menos pensam que pensam que alguma vez o foram.
Todos esperam pela sua chegada.
Pelo seu barulho carregado de óleo acre e entranhante.
Ele chega, com o seu característico som aveludado. Todos se chegam à frente, todos esperam que os anteriores sigam o seu destino, todos estão preparados para entrar e seguir.
E eu, morta de cansaço pela minha recente vida de monge, deixo-me adormecer até à ultima estação, tentando evitar os que me pedem para alimentar a sua desgraçada e ilusória vidinha miserável.


"Existe sempre, em cada um de nós, uma religiosidade, mesmo em quem se considera ateu. É uma questão civilizacional, que se desvenda em aspectos tão prosaicos como acordarmos todos os dias com a certeza de que vamos encontrar o mundo igual ao que deixámos no dia anterior. Apesar de nada nos garantir que assim seja, senão a crença, uma palavra em tudo semelhante à palavra fé."


José Luís Peixoto

Futuro

Angústia
Cobardia
Medo
Ânsia
Lágrima
Sangue
Ardor
Palpitação
Arritmia
Hiper-actividade
Choro
Pudor
Tristeza
Esperança
Silêncio
Suavidade
Carência
Raiva
Tortura
Excentricidade
Critica
Porcaria
Margaridas
Mentira
Azul
Controle
Atalhos
Ambição
Calor
Risadas
Paineis
Velocidade
Correspondência
Transporte
Doença
Miséria
Sono
Roubo
Sonho
Cansaço
Chuva
Pensamentos
Pressa
Sobreposição
Entendimento
Transparente
Tempo
Pedir
Sentar
Simplificar
Optimizar
Pensar
Acalmar
e
Esperar.

Momentos de prazer


Enquanto o ontem e o amanhã se cruzam, o sangue que nos devora a capacidade de brilhar baralha-nos com as suas inacessíveis teclas.
Nenhures soltos pelas acres mãos cansadas do trabalho que outrora ansiaram.
O silêncio que tarda.
Choros de crianças pelo mundo! Pedidos de amor... de interesse.
Valsas ternurentas, vestidos rasgados com um leve aroma a amora.
O cimento do futuro, o sangue novo a que aspiramos torna-nos nos criadores das nossas próprias mãos. Onde o trabalho volta a ser suavemente agarrado com ânsia.
E aí, o silêncio volta, o amanhã troca de lugar com o hoje, e nós sentimos o passar da capacidade de brilhar.

Hapiness upon my soul

Colocada
0902 Universidade Nova de Lisboa - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
LISBOA
0870 Ciência Política e Relações Internacionais
Licenciatura

A quem me apoiou e felicitou pelo meu esforço:
... from the heart.


Beijo especial a mylostwords. =)

Volúpia (en)cena



Krip: um dia escrever-te-ei uma carta com o teu sangue
pacith: sempre nos julguei unos
pacith: da mesma forma que quando provo o meu sangue, provo o teu
Krip: eu não
Krip: o que corre nas minhas veias não é sangue
Krip: é água
Krip: só assim consigo ter o coração gelado
pacith: que mentiroso...
pacith: =)
pacith: bem, vou-me de vez
Krip: deixo-te uma frase minha
Krip: Reino sobre o teu corpo, reinas sobre a minha mente.
pacith: pudesse eu fazê-lo
pacith: ...
Krip: engana-te
Krip: ilude-te
pacith: contigo não.
pacith: se o fizesse, estaria a corromper a tua identidade.
pacith: tornar-te-ia num qualquer.
pacith: Não o és, nunca o foste.
pacith: És. Sou sendo contigo. E por isso mesmo. Somos.
Krip: sê-lo-ei?
Krip: Não. Amanhã já não o és. Já o foste. Já não sentes. Mentes

Poesia



A poetização das palavras deixou o seu momentâneo aroma a baunilha pela minha casa.
E como sempre, adorei.
Espero o teu quente regresso, para que a volúpia inocente deixe congelar a imagem das luzes cegantes do palco.
Que a grandeza e altivez regresse de uma vez!
Que o alcatrão nos coma os restantes pedaços de carne!
Que haja vida!

The Patient

A groan of tedium escapes me, startling the fearful.
Is this a test?
It has to be. Otherwise I can't go on.
Draining patience. drain vitality.
this paranoid, paralyzed vampire act's a little old.

But I'm still right here, giving blood and keeping faith. And I'm still right here.
But I'm still right here, giving blood and keeping faith. And I'm still right here.

I'm gonna wait it out

If there were no rewards to reap,
no loving embrace to see me through this tedious path I've chosen here,
I certainly would've walked away by now.

I'm gonna wait it out

If there were no desire to heal
The damaged and broken met along this tedious path I've chosen here,
I certainly would've walked away by now.

I still may. And I still may.
Be patient.

I must keep reminding myself of this...

If there were no rewards to reap,
no loving embrace to see me through this tedious path I've chosen here,
I certainly would've walked away by now.
And I still may. And I still may. And I still may.

I'm gonna wait it out.
I'm gonna wait it out.
Gonna wait it out.
Gonna wait it out.

Amarga eternidade

Os desejos secretos da natureza juntaram todas as ferramentas possíveis para que te criassem. As fadas e borboletas trabalharam até à exaustão, trocando muitas delas a sua vida pela tua. A perfeição que te concederam tornou-se tão ingrata que ainda hoje ofereces as tuas lágrimas aos pequenos pedaços de terra que persistem neste mundo de betão. O teu cheiro de beleza, o teu sabor de romã deixam-me acreditar que existem almas perfeitas e gémeas.
Somos irmãos do amor, primos da paixão, amantes do dissabor.
A distância a que se nasce do amor perfeito faz-nos pensar sempre se é realmente perfeito, se não será apenas mais uma miragem do alcatrão quente que nos (me) persegue. O sonho que me move a procurá-lo não o será com certeza. O meu mundo ordena que sejas abraçado pela minha carne sustentada por estilhaços cortantes do tempo e do vento. Mas o teu, onde a Primavera feliz sempre persistiu, ignora a irmandade do ódio que se havia gerado entre as borboletas e fadas. Nasceste perfeito, mas marcado pela morte e sacrifício das pequenas criaturas escravizadas e belas. E o seu sangue, ainda correndo nas tuas veias frescas e puras, apenas te condena ao eterno movimento doloroso de procurar a tua essência.
Afinal de contas, as almas gémeas foram feitas para nunca se juntarem.

"Orestes"

Metaphor for a missing moment
Pull me into your perfect circle

One womb
One shape
One resolve

Liberate this will
To release us all

Gotta cut away, clear away
Snip away and sever this
Umbilical residue that's
Keeping me from killing you

And from pulling you down with me in here
I can almost hear you scream

Give me
One more medicated peaceful moment
One more medicated peaceful moment

And I don't wanna feel this overwhelming
Hostility
Because I don't wanna feel this overwhelming
Hostility

Gotta cut away Clear away
Snip away and sever this
Umbilical residue
Gotta cut away Clear away
Snip away and sever this
Umbilical residue that's
Keeping me from killing you
Keeping me from killing you

(from me to you)

Adeus

Escrevo-vos com a maior raiva que possa existir.
Se a tristeza de olhar os outros a brincar por uma janela ainda me atormentasse, tinhas morrido. Sim, porque a minha sede de acabar com o que foi criado tinha estagnado, até tu reacenderes a chama do crime.
Andei anos à procura da pessoa perfeita para matar, mas todos me pareciam presas fáceis de mais. Hoje encontrei-a. Tu, porque apesar de perto, sempre estiveste longe; e apesar da ajuda, sempre trepaste por quem podias. Tu e os teus, que ainda hoje me perturbam com a sua pobre grandeza, são a medíocres de mais para me sujar.
Não sei se escreverei por muito mais tempo, apesar de cada vez mais desejar fazê-lo. A tortura do oportunismo deixou de resultar, falhaste.
Choro, pois mudaste o meu futuro. E por mais chicoteada que seja, tu serás sempre mais, pois já era altura de entenderes que o dinheiro não é grandeza.
Posso não ser recheada de ouros, mas não estou consumida pelo mesmo.
Fecha a porta, mas nunca a voltes a abrir. Nem que morras.

Inverno

A saudade do gelo lembra-te. Assim como as queimaduras que o sol me deixou por vingança da minha ausência.
Os segredos que ainda me dizes são inconfidências relembradas, per guisa da tua brisa gelante de mentirosa que me desassosega o pescoço, mas que me recorda do teu glorioso regresso.
Todos te julgam entediante, mas eu conheço a tua essência: destruír o reino de fogo. Para depois, quando todos já estiverem habituados à tua coercividade, te ires, deixando a saudade dos pensamentos alvos.
Mas eu sei que por mais que tentes fugir, voltarás. E contigo, voltarão muitos outros, quer sejam eles heróis ou desgraçados.

Porque é que no silêncio da noite, nos assusta falar em voz alta?

" Mergulhados no silêncio nocturno, sentimo-nos não existir. O que existe é como que o absoluto do mundo, a presença aguda das coisas. O universo aguarda a vinda do primeiro homem. E subitamente gritamos: «Eu estou vivo, EU SOU.» E falamos connosco, fazemo-nos perguntas. Sobe-nos então à garganta uma surpresa de terror: «Quem sou eu? Quem está aqui comigo?» Dá vertigens. É como se nos aparecesse um fantasma e estivesse dentro de nós e fosse alguém a mais e visse pelos nossos olhos e falasse pela nossa boca. Só os doidos falam sozinhos, porque nãp têm medo. O mundo para eles não existe: só existe a sua loucura. Por isso nós, se falamos, nos sentimos doidos, separados subitamente do mundo. O que existe não é o quarto onde entamos, os livros, a noite; o que existe é este vulcão brutal que sai de nós, o jacto do deus que nos habita, esta montruosidade que nos adormecia dentro. "


Vergilio Ferreira- Aparição

Citizen Erased

Break me in,
Teach us to cheat
And to lie, cover up
What shouldn't be shared?
All the truth unwinding
Scraping away
At my mind
Please stop asking me to describe him

For one moment I wish you'd hold your stage
With no feelings at all
Open minded
I'm sure I used to be so free

Self expressed, exhausting for all
To see and to be
What you want and what you need
The truth unwinding
Scraping away
At my mind
(Muse)

O Passo

Esse nome estava agora derramado com o meu proprio sangue, parecia que não queria sair dali,como se ali pertencesse, como se ali fosse o seu lugar. Começava a ficar quente, fervia levando o meu nome consigo, por breves segundos o meu nome tinha desaparecido, sem deixar rasto, apenas restava uma fria e dura camada de ferro.
Que teria acontecido ali, porque estaria o meu nome ali sepultado num momento e noutro teria desaparecido...? Que significaria aquilo...?
É nesse preciso momento de ansiedade que a porta se abre, engulo o meu coração bem fundo e dou um passo em frente...

Cordas vermelhas

Medo.
De falhar,
de cantar,
de saltar.

Alguma vez sentiste a falta de ter poder de eliminar qualquer um? Fulminá-los a todos os que se julgam altos e grandes, os que te ignoram e irritam por fazerem-o.

Medo.
De sentir,
de rejeitar,
de amar.

Pensa em cada dia que viveste, assim como cada segundo. Consegues? Eu consigo. Talvez seja mesmo esse o problema, pois raramente me esqueço e/ou surpreendo.

Medo.
De brincar,
de esquecer,
de mandar tudo para o canto mais esquecido do planeta mais longínquo e não-descoberto.

Alguma vez quiseste ter as mãos sujas de sangue, e não o fazeres por consciência de outrem?

Medo.
De tudo,
de nada,
da vida,
da não-vida,
da morte, quer seja tua, quer seja minha.

Será que cada vez que tento tenho de te ter?

Medo.
De ser-te,
de ser-me,
de ser Lilith,
ou alguma personagem numa caverna.

O teu corpo consa-se com a luz? A tua ignorância pouco te chateia, pois todos a amam.

Medo.
De portas,
de paredes,
de prisões.

À tua frente existem mais que faces disformes e degradantes? Não?
A tua curiosa mania de ser ignorado traz-te benefícios?

Medo.
De não conseguir esquecer,
de não esquecer o medo,
de te esquecer,
de me esquecer.

Imaginas que a cada palavra tua, o mundo fica exactamente na mesma, do que se tivesses permanecido calado?

Medo.

A dor nas tuas mãos torna-te feliz? As palavras que carregas alguma vez se calaram?


Medo.
De cantar,
assobiar,
ou de me calar.

Já te sentiste doido, e quereres mudar? Já tentaste mandar o teu melhor amigo para a cadeia por um crime que tu próprio cometeste?

Medo.
De ser livre,
de chorar,
de abrir um armário,
de estragar o que construíram.

A minha cabeça rodopia e rebenta.
e eu gosto.

Medo.
De não de amar
e de te amar.

Já pensaste que cada palavra tua é para mim um desejo de morte?

Rio-me.
Afinal não é medo, mas apenas a minha forma de vida.

O Rio

Como eu odeio este sofrimento,
Esta dor cá dentro,
Correndo nas minhas veias,
Como águas alheias.

A Aparição

O sol fugiu-me. Vagueio por estas ruas lisboetas, em que a única presença é a luz ensurdecedora dos candeiros mal acesos. O constante ressonar da revolução industrial ateima em esmagar os sentimentos intelectuados, os que ainda persistem na minha sombra coberta de cinza, destruída por chuvas dissolventes.
Onde de dia se veem quadrados reluzentes e ignorados, de noite vejo amigos e promessas vazias. Cada pedra é um polegar sanguífero e irónico, erecto perante a minha incompetência. O meu sorriso impulsivo renega toda esta imaginação inútil.

- Calma, são apenas sombras que assassinam todos os nossos desejos e ambições. Fazem-nos tomar conta da nossa pequena (grande) importância.

Porque eu sonho de mais

Acordo. Decido correr por uma muldidão persistente. Vou contra a maré que todos seguem , e vejo alguns que também o fazem. Empurram-me e caio, mas insisto em levantar-me com as forças que nunca tive. Corro abrigando a cara da multidão cortante, que tenta me levar com eles, mas não deixo.

Olho para trás.

Volto a correr e vou contra alguém fraco, triste, estandartizado pela alienação global. Tento passar e olho-o nos olhos por segundos. Deixei de ver! Apenas resta um rasgo de luz causado por tal ser que me olhou nos olhos.

Paro e sento-me no chão.

Sinto-me vã, estúpida. Estou a contrariar algo inevitável, quero ser levada pela maré, mas a exigência meus pensamentos não deixam.

Abro os olhos.

Estou numa cadeira desconfortável que me provoca dores intensas nas costas. A minha boca dirige uma nuvem de fumo espessa para uma altura superior à minha cabeça, enquanto que as minhas mãos e braços com veias salientes se esforçam para escrever algo numa tecnologia que me enche as medidas.

Sinto o meu corpo estranho, dirijo-me ao espelho.

Olho-me e não me reconheço. Visto uma camisola preta e a trivial ganga. A minha face está esguia, com um sorriso mal esboçado, bastante encoberto, assim como o meu cabelo e olhos, que se tornaram escuros.

Rio-me do espelho que me engana.

Olho por mim abaixo e vejo que era verdade, maldita desconfiança. Ouço uma voz feminina a gritar algo... No inicio mal reconheço a palavra, mais tarde ouço nitidamente que era um nome, pelos vistos seria o meu.

A porta abre-se.

Vejo por meu espanto que o meu antigo corpo que dizia o tal nome que estava gravado numa jaula, num espelho.

De mim para mim, digo e ouço:


O que dizer a uma pré-18 anos...

angel sleeps:Tens de tentar pensar positivo.(sim, sim.. é fácil falar.)

just4U :Eu também sou assim, só como tenho cara de sei lá o quê... ninguém acredita em mim...
só quando a pedrada acerta é que acreditam, depois ficam todos muito chocados...(há que ser forte perante os outros!)

Mirror: Já fiz textos sem saber o título e coloquei algo que n se adequava,simplesmente porque não têm título.(aconteceu-me isso mesmo agora ao ler-te)

Sr.blue: Queres chamar-me de amigo ou queres ser minha amiga?(quero ser tua amiga e dizer que sou tua amiga para me sentir bem)

fedakim:Para isso é preciso muita paz de espírito e tempo para os sentimentos se acumularem , não se consegue meter a inspiração numa agenda. (eu consigo, ou pelo menos tento.)

rainysummer: Quero uma palavra para substituir "posted by" e "comment" ("escrito por" e "comentários", não chegam?)

Dr.know-how: Muitas vezes é na aparente, ou mesmo verdadeira, futilidade que podemos encontrar as maiores verdades para nós; são muitas vezes aquilo que pessoas supostamente grandes desprezam o melhor que o mundo tem. (Quem me dera.. que utópico estás tu hoje.)

super-non-super-Selfish: Pensavas k era arrogante?(Estava mesmo à espera da pergunta)

Queen4aday: Há tantas diferenças nas escolas do país. É o velho cliché, mas continua na mesma. (Sou uma sortuda em viver na cidade)


Beijos a todos**

A porta impaciente

Deixei a porta aberta para te ver chegar. Parei a minha vida, o meu pensar, para que os meus sentidos te admirassem à chegada. Nunca tinha feito isso até então, mas repentinamente senti a tua falta. Sentei-me, e esperei.
Uma hora.. duas horas... três. Uma noite e um dia.
Fechei a porta e mal virei costas ouvi um bater ensurdecedor na madeira inteligente.
Não eras tu. Era apenas a notícia de que nunca mais voltarias.
Não.. não morreste.
Eu é que não esperei o suficiente.

O Espelho

Está aí alguém??!...nada... parecia que o mundo tinha acabado á minha volta, estava rodeado de silêncio, não conseguia ver nada para além de mim, não corria um único ar, mas eu respirava, era bom sinal. Tinha sangue nas minhas mãos, aqueles ferros frios e asperos não me deixavam passar. Percorro a minha mão por eles, noto uma camada de ferro maior e mais espessa, que era aquilo... noto uma zona calcada, passo os meus dedos por ela e apercebo-me que tem algo escrito, ali cravejado com suor para nunca mais sair, coisa mais estranha, tento perceber o que é...
Era o meu nome!

Palavras


A Substância

Que substância é esta que me ocupa a cabeça...!!
Arranhando todos os meus pensamentos, corroendo o meu passado/presente e futuro, não vejo nada, caí...
Pareciam anos naquele abismo escuro, onde não conseguia respirar, aquela pressão não me deixava libertar os pensamentos
Parecia que me estavam a roubar todos os bocados de memória que tinham restado da minha vida
Não me conseguia mexer...não sabia como o fazer nem que o queria fazer
Não me conseguia lembrar...não sabia porquê o haveria de fazer nem como

Não conseguia pensar...
Estava preso neste vazio, que Horror!!!!!!
...
É no momento que sinto qualquer coisa...algo bate...o meu coração!
Começo a sentir algo que me corre nas veias a uma velocidade tal, como se estivesse parado há anos, incrivel...
Como é que nunca me apercebi, sinto um formigueiro nos meus braços...mas é agradável ao mesmo tempo
As minhas pernas...estão frenéticas, começo a sentir um formigueiro na cabeça
Começa tudo a ficar mais claro, já vejo...

O alivio................................................

Controvérsias

"Há dias em que o azar nos bate à porta e nós, risonhos, deixamo-lo entrar, pensando que só acontece aos outros sem nos apercebermos que nos pode também acontecer connosco.
Ee bateu á minha porta e como toda a gente não me apercebi ...
O desejo era mais forte, a paixão doentia e o amor que me atormentava foi parilhado com a pessoa amada, com quem nos enche as medidas. É assim é acontece o amor puro no estado quase animalesco, selvagem mas é assim que nos sentimos bem até que ... o azar entra e então acontece o que não devia. Fazer amor tornou-se no verdadeiro terror: passou do puro prazer ao desespero .
Começamos a pensar no futuro e aparece o pensamento que vamos ter um filho nos braços a choramingar, a chamar-nos mamã , papá... e essa criança não tem culpa nenhuma de existir apenas os pais que se entregaram demasiado ao amor que sentiam .
Mas o problema de maior não é esse mas sim as idades , a vida ,a falta de coragem para assumir os erros, a irresponsabilidade, o sentimento de culpa que vai nascendo.
E depois põe-se a hipótese do aborto mas deitar a perder uma criança, um ser vivo que tem todo o direito de viver e não vai viver por culpa dos pais, por culpa do amor.
Amor esse que a devia receber de braços abertos, amor esse que não devia destruir, mas apenas construir.
É triste e agonizante passar noites e noites a pensar nisto. Chorar pensando que um acto pode complicar tanto a nossa vida, que depois no fundo poderá apenas ser um atraso, um problema hormonal, um alarme falso...(...)
O prazer pode tornar-se no nosso pior pesadelo, no nosso pior susto, uma coisa que nunca mais vamos querer repetir..."

Excerto retirado da obra: Cartas controversas

My little world.................( )

Devem de se estar a perguntar, quem sou eu, o que sou eu, o que estou aqui a fazer neste mundinho tão pequeno que muitos não se interessam nem querem saber o que lá existe e se passa para além das suas consciencias, pois esse mundo não é nada em comparação comigo, pois os que me conhecem decerto que me conhecem melhor do que conhecem lá fora...

Nameless

Os meus olhos pesados de cansaço não me deixam ver o mundo como eu quero. O cinto que me aperta o cerco cada vez mais se alargou.

Liberdade é a maior prisão... cliché ou realidade?


foto cedida por dave

Pânico vindo do nada

Estar sentado, querer levantar e n poder, porque o querer não o deixa, pois não quer. Pensar em todas as pessoas que se ama e pensar que nos odeiam. Encontrar a nossa salvação onde não existe. Entrar em desespero. Procurar o inexistente, e esquecê-lo porque nunca existiu. Correr parado. Chorar intensamente e parar. Começar de novo a chorar. Sentir o peito a explodir por alguém que nos dê uma palavra, e se der, chora-se de novo.

Até que o corpo dorme, e tudo passa.

Prenúncio

Estava rodeada por todos que fazem parte de meu mundo na beira de um abismo. Incrivelmente onde os outros viam queda e morte, eu o mar e a vida. Corremos todos à volta de uma ilha de betão que após três voltas nos ofereceu uma saída. Um espaço fechado, de sonho. Foi como se estivesse num bar negro, incrivelmente semelhante som o cabalismos nas suas temáticas. Mas lá, no chão castanho e irregular, não havia códigos, conhecimentos, ou inteligência. Apenas sentimentos. à entrada fomos revistados e fui projectada para uma parede dura que me magoou o pensamento. Puzemos as mãos nos bolsos e reparámos que tinhamos perdido todas as lembranças e problemas. Éramos o que sentiamos.
Sentei-me num canto, embrulhada a um cobertor pelo frio que ainda vinha do abismo, ainda via o meu sentir pensante, e chorava por ele. Tu chegaste, dobraste o teu corpo para me conseguires olhar nos olhos sem esforço. Rimos, brincámos noutra dimensão transmitida pelo olhar. Abandonámos os corpos por segundos eternos, e quando regressámos tinhamos os lábios sequiosos. Um impulso, um sentimento, um beijo leve e eterno. Abrimos os olhos ainda colados e vi que era um prenúncio.
Pensámos e fomos expulsos. Retornados para o abismo inicial. Lá, um velho barrigudo olhava para o nada e chorava invisivelmente. Estava sentado numa cadeira de praia, mais um que via o mar...
Éramos três num areal só nosso, eu-eu, eu-frustrado, eu-glorioso.

Que procuro?

foto de Carlos Carreto

Ouço uma voz ao longe, numa gargalhada discreta e mentirosa. Ouço com atenção o que ela me transmite, até que o eco se esvaneça pelo ar que respiramos.
Vejo uma imagem muda, de um antigo pedido de complacência, com o qual ainda sonho.
Sinto o olhar indeciso e trémulo de outrem que me fascina.

Ænema

Some say the end is near.
Some say we'll see armageddon soon. I certainly hope we will.
I sure could use a vacation from this bullshit three ring circus sideshow of Freaks
here in this hopeless fucking hole we call LA
The only way to fix it is to flush it all away.
Any fucking time. Any fucking day.
Learn to swim, I'll see you down in Arizona bay.

Fret for your figure and
Fret for your latte and
Fret for your hairpiece and
Fret for your lawsuit and
Fret for your prozac and
Fret for your pilot and
Fret for your contract and
Fret for your car.

It's a bullshit three ring circus sideshow of freaks
here in this hopeless fucking hole we call LA.
The only way to fix it is to flush it all away.
Any fucking time. Any fucking day.
Learn to swim, I'll see you down in Arizona bay.

Some say a comet will fall from the sky.
Followed by meteor showers and tidal waves.
Followed by faultlines that cannot sit still.
Followed by millions of dumbfounded dipshits.
Some say the end is near. Some say we'll see armageddon soon.
I certainly hope we will cuz I sure could use a vacation from this
Silly shit, stupid shit...
One great big festering neon distraction, I've a suggestion to keep you all occupied.
Learn to swim.
Mom's gonna fix it all soon. Mom's comin' round to put it back the way it ought to be.
Learn to swim.

Fuck L Ron Hubbard and Fuck all his clones. Fuck all those gun-toting Hip gangster wannabes.
Learn to swim.
Fuck retro anything. Fuck your tattoos. Fuck all you junkies and Fuck your short memory.
Learn to swim.
Fuck smiley glad-hands With hidden agendas. Fuck these dysfunctional, Insecure actresses.
Learn to swim.
Cuz I'm praying for rain and I'm praying for tidal waves I wanna see the ground give way.
I wanna watch it all go down.
Mom please flush it all away.
I wanna watch it go right in and down.
I wanna watch it go right in.
Watch you flush it all away.
Time to bring it down again.
Don't just call me pessimist. Try and read between the lines.
I can't imagine why you wouldn't
Welcome any change, my friend. I wanna see it all come down. suck it down. flush it down.

thank U

Debaixo da língua e na ponta dos dedos

Sinceridade said:
O meu avatar... foi um cromo que tirou uma foto dentro do carro,
Sinceridade said:
um português que não faz nada.
Sinceridade said:
(...) o cromo que tirou a foto fui eu.
Mentira said:
Não gosto de fotos minhas,
Mentira said:
estranhamente só gosto daquelas em que não pareço eu.
Sinceridade said:
Estranho...
Sinceridade said:
Eu já tive menos auto-estima.
Mentira said:
Todos nós temos fases: eu desde há uns meses estou quase que como num patamar acima do carnal...
Mentira said:
Gosto de mim, sinto o "poder" que tenho...
Sinceridade said:
Mas não me parece que seja apenas uma fase, até porque continuo a não ter auto-estima.
Mentira said:
Se pudesses mudar... mudavas?
Sinceridade said:
Sim.
Mentira said:
Mas tudo está nas tuas mãos : se queres mudar, podes mudar.
Sinceridade said:
É dificil uma pessoa mudar, pois és sempre tu.
Sinceridade said:
não mudas assim sem mais nem menos...voltas sempre ao normal porque simplesmente não estavas a ser tu.
Sinceridade said:
Principalmente quando psicológicamente a pessoa já está estável, já está formada...
Mentira said:
É claro que toda a gente tem traços que não mudam...
Mentira said:
Há quem chame de personalidade, eu chamo comodismo.

obviamente adaptado

As quatro paredes do meu quarto-I

Apesar de me terem, sentem a falta de outros que ainda não passam de um "eu" deles.

"Segredos são beijos ternos que suavemente se segredam ao ouvido a quem nós queremos que nos conheçam e nos amem...
Poemas são o mar da vida que derramamos no papel,
como a onda que beija a praia em que
nos confessa seus amores em cada maré.
E como o oceano vivemos entre algumas
tempestades e calmia , seremos felizes portanto
apenas por navegar , porque só quando chove
e faz sol vemos o arco-irís feito muitas vezes
com a água das nossas próprias lagrimas e com
o brilho do sol que todos trazemos na alma..."

Carlos(O cantinho dos segredos)

Roubando a identidade alheia

Acordei.
Tenho uma necessidade intrínseca de me expressar, mas desta vez de forma minha. Cansei-me de plagiar os sentimentos, falavras, euforias e comportamentos de outrem. Não sou Krip para conseguir expressar a minha sinestesia de forma completa e inovadora. Muito menos serei mylostwords, transmitindo anarquicamente a realidade chocante e dolorosa. Death_angel? Nunca soube mostrar com sentimento o que vejo, as minhas mãos são incoerentes nesse processo. Queria conseguir encontrar o fio condutor por dicionários e raciocínios. Perdoem-me, mas não sou OpenMind. Tento por vezes ser irreverente, enganar os olhares com verdades, mas sou uma cópia barata de Rêverie 7. Gostava de ser imaginativa como Dark-Templar, e mais uma vez o "mas"...




Escrevo apenas o que sou, e deste modo sou o que escrevo. Falem, critiquem, ignorem... eu gosto =)
Não consigo adormecer...

Deep water

Ouço a tua realidade muda, submersa por milhões de sonhos que nem sequer meus são. Fecho os olhos e não durmo, abro-os, e não vejo. Os meus pés não sentem o chão que sempre ambicionaram. É ridículo ver-me a palpar o inexistente, um líquido transparente que nem a dor ressalva. E os meus olhos cansados continuam a nadar pelos pensamentos perdidos num espaço claro, mas falso. O bater do meu coração oscila conforme os ataques de pânico que tenho, assim como os meus pensamentos flutuantes que num corpo nú e pesado se rendem a cada litro que me acompanha. A paciência desapareceu, resta um amontoado de natureza que por ali se entretém. Apenas os meus olhos abertos debaixo de água tentam ver mais além de uma cegueira comum, que me atormenta a cada dia. Vivo submersa, longe dos problemas da realidade...

Som das profundezas

   Estou embriagada por sinestesias alheias. Olho em volta e vejo uma multidão em êxtase, e preocupo-me com o que lhes provoca tanta dor. Corpos que se debatem e chocam, provocando uma chuva de pequenas gotas de sangue pela zona onde me encontro. Um barulho ensurdecedor relembra-me a guerra, pois são ouvidas explosões de piroclastos invisíveis que penetram e revoltam todas as almas. Tudo pára. Erguem-se os gritos da humanidade perante a ausência de som.
   De novo o semáforo abre: os gritos regressam à superfície e os sorrisos falsos e feios das gentes regressam. A guerra continua, assim como o banho de sangue a que me sinto exposta. Lá à frente, abençoados pelo senhor sol encontram-se novas dimensões vindas do interior da terra.
  Os olhos críticos dos velhos do Restelo chamam-lhe Vozes do Diabo, em contraste com as mentes dissipadas no acontecimento, que lhe chamam de música.

Fall into the sky

Each and everyday we die.
Falling so softly into the sky
The pain and sufferingt we feel,
cuts to the bone, a clean cut of steel.

Try to love and try to live.
Asking for something you could never give.
Death now a friend to me,
showing me what I should see.

My soul has begun to slip awaywhere
 I'm going I shall stay.
Apart from all of you,
I was one torn in two.

I loved you all until the end.
But the wounds you gave will never mend.
I think today I will die.
Let myself go as I fall into the sky.

Rod Ferrell


(The Vampire Clan)

Excerto

   Dirigi-me confiante à biblioteca, mas ao lá chegar toda a minha confiança desapareceu num vago ápice derivado do facto de estar encerrada. Nem sequer me tinha apercebido do passar das horas enquanto tinha estado sentada no degrau que antecede a porta da minha residência, reflectindo sobre tudo aquilo. Já era tarde para que tal edifício permanecesse aberto, mas mesmo assim tentei abrir a porta numa tentativa falhada. Então olhei para cima, pondo o meu corpo paralelo à parede à qual se situava a porta que eu tanto ansiava que fosse aberta, e o tempo parou. Aquelas paredes amareladas pela longevidade dos anos, aquelas varandas com um aspecto actual, mas degradado pelos agentes erosivos, as listas brancas que circulavam em volta das janelas, portas e recantos, fizeram com que tudo o que tinha acontecido parecesse um sonho parvo de uma criança, e que a qualquer momento iria acordar, mas infelizmente não. Senti uma enorme força a me puxar contra a tal porta, uma angústia característica, uma estranha saudade de tudo e de nada, uma junção de pecados capitais que faziam de mim e de todo o ser humano uma pessoa cruel. Passei a ver as ruas macadamizadas com outros olhos: pareciam sofridas, desamparadas, melancólicas e imensamente sábias. Senti uma estranha amizade por tudo o que me rodeava e deixei-me cair num infinito que se abrira bem diante de meus pés, e que para o qual tomei a decisão de entrar, com o característico medo do desconhecido, e com toda a maldade humana que em todos está adormecida. O chão deixara de existir e apenas um intenso negrume me acolhia profundamente. Chorei lágrimas de sangue por tudo o que vivia e por tal descia mais e mais profundamente, sentido o ar e o barulho de uma cidade, na qual todos são um mero número, menos eu. Entrei em pânico e comecei então  gritar silenciosamente, desejando morrer, querendo deixar este mundo que a todos engana com doces, mas que a todos atraiçoa pelas costas. Gostas?- ouvi. Gostas?- de novo ouvi.
In morte vivida

Altruísmo ingénuo

" Olhei-te e tive pena de não te poder sentir, pois dei-te a quem tu querias realmente possuir.
Adoraria dominar os teus sentidos, mas se o fizesse, não serias tu.
-Hoje de noite leva-me para sítios que odeio, para que te possa repugnar e deixar de amar "


Meine Moment


   Quase chorava de ansiedade, mas consegui conter-me, pois naquele palco onde tinham sido partilhadas tantas emoções, eu não podia falhar. Lá pelos corredores ouviam-se desejos de merda, e eu continuava na companhia de mim mesma, na tentativa de me concentrar e me tornar num quadro em branco. As palavras que iria repetir tinham sido escritas por mim, a música de entrada também, mas mesmo assim, tinha medo. Num ápice olho para a outra ponta do pano, onde se encontrava uma personagem por mim criada. Ouço as pancadas de Molière. As lágrimas caem pelo meu rosto de felicidade, mas rapidamente me componho para não pôr em causa a qualidade da minha expressão vocal. Nas 7 pancadas choro, nas 3 recomponho-me, e na última, sinto-me realmente eu. Ouço um bichanar do outro lado do pano, pois a sala está cheia e ansiosa. É dada a minha ordem de entrada e eu faço-o com toda a consolidez, apesar de não sentir o meu corpo e muito menos os meus pensamentos. Meine Moment...

6 de Junho de 2003

Complacência

               

                
   Da minha boca apenas saem canções que sempre ouço quando me quero integrar no que me rodeia. Vejo uma folhinha caída e por tal instinto tento agarra-la, mas não consigo, pois não tenho braços para o poder fazer. É nestas alturas que gostava de ser como todos os outros, apesar de todos dizerem que o sou. Enquanto todos se preocupam em ser diferentes, eu apenas quero ser eu, dentro dos possíveis. A minha língua ainda não se habituou ao manjar que sou obrigada a engolir, como que palavras que nunca mais voltara a repetir.
   O meu corpo moribundo...
   Queria nadar, mas não consigo. Queria correr, mas apenas me limito a dar três passos de seguida. Agora, o meu corpo louro sandré apenas me deixa pensar e voar.
   No horizonte observo um peixe que vive por entre o líquido, e rio-me. Abro as minhas asas e voo até ele, estralhaçando-o com as minhas garras e deglutindo-o com prazer. 
 



1755

  Sonho contigo, meu amor que esconde em cada utopia minha. A minha vida é vã quando te desprezo, apesar de admitir que o faça. Observo as imagens retidas na memória desfeitas numa neblina negra, anteriormente azul e posteriormente rosada. Sussurro ao teu ouvido que te quero para sempre e choro por nunca o ter dito antes. Risadas ingénuas que dou: sou parva, infantil, uma miúda que é feliz por entre montes e vales verdejantes existentes na tal utopia que tu coadjuvas. O sonho vai entrando numa fase descrente, em que o meu corpo quer ser consciente e eu não deixo, pois quero planar para todo o sempre apesar o conhecer impossível.
  Um barulho atordoa-me e deixo o meu mundo fantástico: a cama treme, ouvem-se vidros partindo,  gritos, choros de crianças, o choro não de uma, mas da criança. Da criança que tenho entre-braços que pede complacência de modo horrível. Os seus pais estão mortos, subterrados nesta imensidão de areia, pedra e sonhos. Vejo os relevos das almas a subirem, e contenho-me para não chorar: tenho de ser forte, tenho de me impôr, tenho de....
  A tal criança escuta-me com atenção, continuando no cume verdejante que lhe anuncio apesar da sua constante descrença.
  Olho para o chão e sinto os meus pés cortados por realidades que nem quero sentir. A minha seminudez não é causa de vergonha, mas de revolta, pois não tenho com que tapar a criança dos horrores da realidade que nos é exterior. É um ser puro, sem nome, sem memórias. E o real quer corromper a predestinação a que me tornei crédula. Abraço-a como que para sempre e cantarolo uma passagem do Danúbio Azul...
  A minha calma suicidou-se, pois o meu amor desapareceu... sento-me neste chão inconstante e rebelo-me contra a mãe natureza. Ela matou-te, mas não me levou contigo. Apenas me deixou esta sensação característica de situação limite e uma criança.
  Saio do meu refúgio para a rua. Vejo a morte a meu lado e corro até tropeçar e caír. Encontro uma catana, decerto que seria de algum escravo do feudalismo que já se libertara. Penso em matar-me, mas recuo, pois pensei em ti. A criança que trago nos braços não é minha, e muito menos nossa, contudo protejo-a da eternidade imortalizando-te nos seus pensamentos.
  Sonho contigo, meu amor...   

     

O lago dos cisnes

  

Meu palco de madeira, não sei que é isto que me rodeia.. ouço valsa num tom longínquo que me faz voar. Na altura em que me consigo libertar daquela espécie de jetlag per guisa de brisa cortante, o meu corpo move-se com graciosidade ao ritmo da valsa de  Tchaikovsky. À minha frente estão centenas de pessoas que assistem a cada movimento meu, como que avaliadores natos dos erros que possa cometer. A cada nota, a minha elasticidade é notada, movo-me, rodopio, mais e mais...Difíceis sequências de passos clássicos de ballet assemelham-se a uma arquitectura dançada. Sou um edifício volátil que trás nas suas pontas a beleza do mundo, e por tal me denominaram Odette. Apenas a morte me trará a paz , daí a razão de o rio ser a meta do meu amor por Siegfried. Estico as minhas vértebras, contradigo a gravidade, saboreando cada nota e cada toque subtil de violino.
 
Os holofotes deixam de me ofuscar com o seu poder e a sala está vazia. Transformo-me num calendário inútil e banal.
 
20 de Novembro de 1976,  Paris.

As quatro paredes do meu quarto-I

O meu quarto continua a ter a minha presença, mas ainda sente a falta de almas alheias, carregadas de mim e de si mesmas. Hoje sem nada a dizer, sem nada a sentir, transcrevo as palavras de um alguém muito especial :)

"Segredos são beijos ternos que suavemente se segredam ao ouvido a quem nós queremos que nos conheçam e nos amem...
Poemas são o mar da vida que derramamos no papel,
como a onda que beija a praia em que
nos confessa seus amores em cada maré.
E como o oceano vivemos entre algumas
tempestades e calmia , seremos felizes portanto
apenas por navegar , porque só quando chove
e faz sol vemos o arco-irís feito muitas vezes
com a água das nossas próprias lagrimas e com
o brilho do sol que todos trazemos na alma..."

Carlos (O Cantinho dos segredos)

Let the demons decide my faith

Vou-me ausentar.. talvez uns dias, talvez umas horas, talvez para sempre. Começo a ver o sonho a cair, é ingrato ter consciencia do nosso esforço para conseguir um nada.. um mero número que me agonia e mata. Talvez fosse bom que matasse de vez. Dei o meu melhor, sei perfeitamente isso mesmo, e mais que isso sou cobrada pela minha incompetência, que para mim nem sequer o foi.

Recuso-me a desistir.

Queria amarrar-te e fazer-te sofrer tanto que desejasses mais que tudo que eu te matasse. Ao fim ao cabo seria uma forma de te aperceberes que querias viver, pois eu não te mataria. Nunca...

O Incessante

Escravidão que em minha alma penetra
Que suga as minhas profecias e cabalismos
Que vive... e deixa viver...
Cantando a imprevisibilidade repleta
De contradições de ser

És tu quem me canta a nova esperança negra!
A luz deixou de encher..
Assim como o negrume exaltado que me atormentava enfrentado
Apenas a permanência da ausência
A escravidão e dependência incandescente do ser...

Num ápice surge a correlação!
É a sinestesia idolatrada que me consome e que apela por complacência
Aparição num momento ansiado mas aos poucos esquecido
Que surgiste.. como um deus desconhecido e incessante
Dentro do meu sentir pensante
E do meu coração inoperante

Vivi a própria fantasia
Produzindo a existência
Toquei as inóspitas notas
De um momento de carência

Senti o sentir
Pensei o pensar
Fui o ser inexistente
E num ápice de contente
Deixei de o conter por sentir o pensar
Enquanto tentava amar...

Foi a utopia realizada
O oxímoro coerente
A fantasia convalescente
A proclamação por Epicuro e Zenão contrariada

Por isso nomeei de algo previsível
Personagem nas cinzas criada
Ansiando a chegada do império espiritual...

O anjo caído por muitas mãos
Repartido e em folhas expresso
Com um nome mudo e cansado
Com o tédio em si infiltrado
Sentindo a presença do inesperado
E esperando a incoerência do processo.

Mea Setencia

Enquanto todos se ocupam com o que acontece, eu tento sentir-me. As minhas vestes arcaicas, vestidos longos, arqueados, sobriamente coloridos, belos, para mim já não são nada, já que me escondo nelas.

Hoje o céu chama-me.Talvez por não dar importância à minha capa e me deixar voar para onde nunca tivera palpado. Apesar de olhar para uma escadaria vazia e pela escuridão embriagada, senti a presença de quem descia a mesma, fumando a sua cigarrette per guisa de superioridade. O meu corpo estava visível, contudo, foi trespassado pelo tal ser que nem o era... Seria talvez o 5º império. A seu lado descia o acessível, que por tal me deslumbrou e me agarrou a mão. In speciem iguais, mas a típica insatisfação humana acelerou a máquina do tempo, trazendo consigo as diferenças.

De que vale a presença de um previsível, se no fundo o que se ambiciona é o Ignoto Deo, que avança e trespassa? Talvez fosse eu tal deo, talvez fosse apenas o meu espelho tentando mostrar de novo que poderei ser Sísifo.

Omnia mutantur, nos et mutamur in illis

O tempo caiu sobre minh'alma. Regressou um silêncio aterrador: onde outrora se encontravam crises de valores, encontram-se pathos e flores. Vagueava por entre a multidão, como que se imagem volátil fosse, sendo em jeito de fatum umas vezes chamada pelo céu e outras nem tanto. Preferi analisar o que se encontrava à minha volta para me desiludir. Pessoas corriam desenfreadmente para locais de evasão, como que se a indústria os tivesse ensurdecido de modo subtil, encoberto pela atitude finissecular que assombrava o tédio subjacente. A contrario sensu, hoje vi que quem corria para a evasão procurava o tédio, a podridão e a cegueira alheia, para que se deixasse contagiar e consequentemente ensurdecer.

De que me vale ser da nobreza, se tenho de suportar a intelectualmente plebe, que não passa de uma censura moderna, que se debate para matar uma fome cumulativa?

Estou cega, mas quero curar-me através da escrita intemporal: nuns dias posso ser capitalista, noutros feudal.

Inquietude

Olho para uma folha em branco e tenho de a escrever.
Não suporto ver cadernos cheios de nada e canetas por utilizar.
Simplesmente não aguento.

Assim como uma música não existe sem as suas notas e tempos,
eu não existo sem isto:
sem palavras com as quais me possa comunicar,
nem este sentimento de plenitude no que escrevo.

Por vezes,
não gosto do que escrevo.
Mas muito menos de emendar.
É o sentimento que é por fim posto em algo real
e não tão inalcançável como dantes...

A utopia realizada...

O abraço

Se o ar gélido por entre granitos me raspa a face como mil lâminas congénitas, numa simbiose perfeita com a escuridão que traz consigo a total nudez, está o cenário montado para que o negro caia sobre o verde e torne as árvores uma massa disforme e mutativa, ao substituir a dimensão da profundidade pela da fantasia. De cada ramo uma serpente ondula, de cada seara o movimento espanta, e, todos os barulhos estranhos que se juntam num coro, de cada som a familiaridade do silêncio; heis senão quando um outro Mundo é descoberto. A primeira estrela traz um convite à solidão, e gratamente o Ser aceita em seu nome. Invocando-a, as portas que se abrem são sempre as que conduzem ao Abismo de si mesma. Por uma vez, o corpo deambula por seus próprios meios, e a mente explora as Ideias que dançam por cima da consciência. Numa sucessão de Momentos, cada um construído de introspecção, até o medo encontra barreiras interiores a cada recanto escuro e cada vazio que, no susto, só desilude por não saltar de si e concretizar o inesperado.
Parece a Lua dar o exemplo: só, constantemente no canto de cada retrato escuro, brilha mais porque encontra um caminho por si própria ao ser o único astro relevante no céu, e Viver a sua condição orgulhosamente. De dia, o Sol que crie, que mostre, que revele! A Lua sabe abraçar a Noite, porque sabe como ninguém que só a falta de luz nos pode aproximar do Infinito, ao abrir caminhos inexplorados entre nós e nós mesmos...

let me stay away...

Ouço uma música no fundo,mas não me revejo nela. É apenas o meu coração que o faz sem que eu o ordene...Choro neste silêncio que é meu, pois odeio-me. Sou imperfeita, e exijo a perfeição, tornando-me portanto cruel. Mas que será isto que me atormenta? Queria que existisse um mundo onde fossemos todos iguais, como uma espécie de doutrina do pangermanismo onde não existisse o bonito e o feio, o bem e o mal, o amor e o ódio. Queria viver num conto de fadas em que a vida não fosse cheia de indecisão e transtorno causada por coisas que nos transcendem.

Vivo algo que me da vontade de auto-mutilar, de cortar os pulsos, de beber o meu próprio sangue e cuspi-lo de seguida, devido à ausência de pureza que nele tenho. Tenho consciência da minha felicidade, mas algo me perturba: estou dependente de mim como se eu fosse um ser independente que me molda como uma marioneta. Estou como Campos: o sentir traz-me sensações sadomasoquistas. Quero trincar os meus lábios ate eles incharem e rasgarem, quero matar com a minha arma escondida, quero esquecer o que me afronta com a dor física. Mas merda, sou lúcida!

(repost corrigido)

O que se sente e o que se deixa sentir

Sinto a controvérsia
De uma desordem interior
Que outrora me assolava
Mas presentemente não.

Canto a malevolência de uma sinestesia algoz
Porém bajulada
Quem num dia me vituperou
Mas presentemente não.

Que será exacto?
Apelidar de engrandecimento,
Ou apenas de consentimento
De um sentir
adaptado a intelectualizações forçadas?

Foi a plenitude do rio que amotinava
E que antitéticamente se dividia
Mas presentemente não.

Hoje o meu rio cessou
A minha dádiva foi desvanecida por tal ser inerente
E ao contraditar o correcto,
orgulho a falta de margens.
Pois bebo de onde ninguém sente
Sustentando a lucidez, clareza e cristalização de uma falta de Fado.
Que já não me atormenta presentemente.

Ingiro dessa torrente
Que apesar de escassa e duvidosa
Consegui torna-la para mim imprescindível
E para os outros preciosa.

Existencialismo(excerto de Morte Vivida, cap 4)

Este remeter para a questão de rótulos e conceitos fez-me estremecer de riso. Este ser que nem sequer o é não gosta de ter rótulos e diz que é ele próprio. Peço desculpa senhor Deshiav... só o seu nome já é um rótulo. Essa questão é chamada de intelectualização do sentimento e consequente transposição para a linguagem.
- Em que pensas tu minha intrigante apotegma? Existencialismo fascina-te?- questionou-a sem complacência.
- Sim.... especialmente após a tua expressão... Os conceitos.. ou lá como tu os chamas são necessários... o Homem é um ser gregário! Precisa de viver em conformidade como ambiente que o rodeia... se todos tivessem a mesma denominação iria ser impossível viver em sociedade.. e o existencialismo passaria a ser um vírus...Assim como na religião de hoje em dia, apareceriam satânicos do existencialismo, na medida em que o satanismo é uma paradoxal religião...
- O existencialismo continuaria a existir na mesma como a religião. Dou-te o exemplo de um fascinante conceito.. utopia. O que é uma utopia? É uma verdade axiomática?
- Não! Uma utopia é exactamente o contrário, é a designação do que não poderá existir!- A sua indignação transportou Deshiav para um interrogatório fugaz e cruel.
- Então explica-me o teu venerado existencialismo aqui... não crês no “livre-arbítrio”? a escolha não é o maior poder sobre tudo? Não é esse mesmo poder que está em todo o segundo que corre.. e que se deixasse de correr era derivado de uma escolha também? Podes escolher a utopia? Não a queres escolher? Sim queres.. o teu maior sonho.. estar com um vampiro para o explorar e o desentediar, mostrado-lhe que existe uma vida lá fora que pede pelo seu esforço, que o mundo gira por sangue novo assim como o tal ser vampírico?
- Mas nesse caso já não é utopia.. é real! Eu estou aqui não estou?
- Pensas que estás.. como podes tu provar que não passa de um simples sonho?
- Porque o sinto, porque tenho provas, porque fotografei-te enquanto falavas e te auto-regulavas!
- Mesmo que gravasses as conversas! Mesmo que isto fosse uma videoconferência transmitida em directo para todo o mundo! O cepticismo iria ser majoritário, e vivendo tu pelos outros, e segundo a tua adaptação de teoria existencialista isto não seria nada.
- Seria sim, porque eu sabia que era verdade, porque o vivo, porque me recordaria para sempre desses momentos.
- E se to fizessem crer que não passava de imaginação? Esta nossa conversa deixaria de existir? Não, porque eu a vivi, e porque em mim ninguém pode crer, porque eu nem sequer sou um vampiro.
- Não?
- Eu não me posso auto-rotular de nada se a humanidade não crê na minha existência.. sou uma utopia! Sou o nada que é nada!
- Então tu também és um existencialista satânico...
- Nem isso! Não sou nada!- afirmou como um convalescente.
- “Cogito ergo sun”
- Então esquece o existencialismo.- disse com um ar irónico e confiante, como se os seus movimentos fossem lentos e estudados ao pormenor.

Antinomia de mais um

Hoje exumei o âmago da poesia...
Inundada por um rio cujas margens derrogam ideias.
Assombrando as noites de quem escreveu,
Mas apaziguando o coração
Num processo de dissertação
Que um pensar alheio cometeu.

Per guisa de crença
Que torna a existência mais complacente.
Uma multidão alienante,
trespassando a vida como um objecto cruciante.
Para confinar tal efémera gota
E apelar a um charco de sangue.

É um masoquismo idolatrado,
Um sentimento intelectuado...
Estoicismo pendente
Qual Epicuro contrariado.
saí daqui, para bem longe.
Fugi assim, para muito longe.

fiz-me à estrada ao amanhecer
à deriva sem nada a perder

fui embalada ao sabor do vento
deixei perder as horas do tempo.
As memorias ficaram por contar
nas tristezas n kero tocar,

o horizonte acaba ali,
e a nascente jamais a vi.

sou mais uma sonhadora


Nada



Aqui estou eu a fazer nada,
Na esperança que este nada,
Se mude para nada…
Que eu não goste.

Estou sentado, a escrever esperando que as palavras me surjam…
E elas vão surgindo.
Umas vezes mais outras menos…

Mas por não estar a fazer nada
Nada, não sei o que hei-de fazer.

Já repararam as vezes em que estamos a fazer nada sem nada poder …



Estamos sentados com um grupo de amigos animado:
Olhamos para este e para aquele lado,
Um fala,
Um ri,
Um conta a piada mais recente que aprendeu…
E nós ali…
A ouvir….
Sem nos aperceber-mos que estamos a deixar passar a vida ao lado.

Ela vai do outro lado da rua,
E que fazemos nós?
Nem olhamos…

Somos ignorantes…
Tristes..
Parvos em não olhar todos os dias para a nossa vida que passa…

Preferimos não fazer nada… desistir…
E é assim que eu me sinto
Pronto a desistir de tudo…
Deus fez-me de todas as maneiras que eu não posso ser…

Não tenho a coragem de conseguir dizer ao mundo que estou aqui
Que sou assim…
De afirmar os meus valores…

Fico especado,
Só, triste, abandonado… chateado, feliz irritado. Sem saber o que fazer.
Porque estou parado
Sentado, obcecado… porque nada é o que eu sei fazer.

DeFacto




just.. i love U
TOU FDDA

ja em sei pk.. lol

lol yah incubus........i dont like incubus.. daí me ter eskecido.. bah
Só se fala de RIR... acho que o melhor dia foi mesmo o dia 4, mas por mim, tirava slipknot e punha machine head, mas acho que o balanço final foi positivo...

CIVIC- foram a revelação do dia/noite, o único senão foi a bateria um pco fraca, mas a voz tapou os defeitos...gostei

Moonspell- poderoso... eles viveram mesmo aquilo, notou-se. Na escolha das músicas só acrescentava wolfshade.

Sepultura- gostei, apesar de não ser das minhas bandas preferidas, acho que estiveram bem.

Slipknot- no comments. Para eles foi mais um concerto, mas valia não terem vindo

Metallica- Os cotas tavam possuídos! Tiveram mto bem mesmo, sem parar um segundo, e sem descer a qualidade.

O “metal day” foi onde o ppl mais curtiu. Qual evanescence qual quê! Até os Civic são melhores!


parece la na xcola.. lololo
tou fartinha dakela escola... ay dia 4 k nunca mais xegas........
--> este é o meu olho :D

bem........ eu sei o k blog é suposto ser para falar de asuntos quotidianos e ate banais... e k eu prezo o meu "anonimato".. contudo, hje vou falar de alguem que tem 15 dias.. :D

porra, eu na gosto de fazer isto... dedicatorias suckam really hard...

então ja sei, vou fazer um balanço destes 15 dias...

tenho controlado o meu mau feitio
cresci emocionalmente
deixei de ser akele tão falado coraçao de pedra
hmmmmm
maior auto-estima
sinto-me no pleno
completamente..........

que seja tudo como ate hoje. :D
@@@@@pa ti meu muxego **

Um pouco de astrologia.....



Ascendente em Leão

Você gosta de ser o centro das atenções e de parecer forte, confiante e dominante, mesmo se algo estiver perturbando-a.

Também gosta de liderar e poderá fazê-lo bem, se lembrar que a liderança é uma responsabilidade, assim como um poder e um privilégio.

Você pode ser teimosa, especialmente se seu orgulho estiver envolvido. Como é idealista, as pessoas têm que provar a integridade delas a você.

Você gosta de possuir coisas elegantes e caras e tende a exibi-las para os outros. Lembre- se, no entanto, que só porque algumas coisas impressionam, não são necessariamente boas. Você precisa aprender a diferenciá-las.

As pessoas podem achá-la bonita. Com o passar dos anos, você irá desenvolver um ar de realeza, que os fará sentir que você é confiável. Muitas pessoas gostarão de você, e a maioria também irá respeitá-la.




Sol em Escorpião

Você é muito intensa e tem sentimentos extremamente fortes, sobre os quais tem dificuldade de falar, porque são muito complicados. Quando perde a paciência, fica com muita raiva; felizmente, isso não acontece com freqüência. Quando está neste estado, no entanto, você não perdoa a pessoa que lhe causou esta fúria facilmente. Por isso, você tem sentimentos ambíguos em relação a muitas pessoas. Por outro lado, se você ama alguém, seu sentimento é muito intenso.

Você é muito sensível e se magoa com facilidade. No entanto, se alguém a magoar, você não correrá e se esconderá. Pelo contrário, revidará e lutará com vigor.

Você adora tudo o que é misterioso e oculto, e também deseja saber o que está se passando na mente das pessoas. Desta forma, você faz um esforço para aprender tudo o que for possível sobre a natureza humana.

Às vezes, as pessoas têm dificuldade de entendê-la, e por isso, novas amizades não são freqüentes. No entanto, as amizades que vier a fazer serão muito boas e provavelmente durarão a vida inteira.




Sol na Casa Quatro

O calor e segurança de sua casa são muito importantes, pois precisa saber que tem um lugar no qual pode se refugiar. Seus pais são pessoas muito importantes na sua vida, e a atitude deles terá um impacto imenso sobre você.

É possível que seja uma pessoa quieta com emoções e sentimentos fortes e bastante retraída. No entanto, você não é realmente fraca ou reservada, porque ao buscar força em seu interior, você se torna mais forte.

Embora possa ter bastante sucesso na vida adulta, não se importará muito com a fama. Você se preocupa muito mais em viver de acordo com seus padrões internos e ter uma vida pessoal gratificante.

Quando se sente bem e segura de si, gosta de trazer pessoas para sua casa e compartilhar bons sentimentos com eles.




Lua em Câncer

Porque Câncer é o signo mais ligado à Lua, você poderá ser bastante forte e segura emocionalmente.

Estar perto de sua mãe é especialmente importante, e você precisa de muito amor e afeição dela, assim como dos outros membros de sua família. Com o passar dos anos, desenvolverá a capacidade de dar o mesmo tipo de apoio às pessoas e cuidar dos necessitados.

Sentimentos são mais importantes para você que o pensamento lógico, que lhe parece frio ou cansativo.

Diante de críticas, você é facilmente magoada, não porque se sente fraca ou frágil, mas porque tem uma sensibilidade incomum aos sentimentos dos outros.




Lua na Casa Onze

Você tem uma forte necessidade de amigos que lhe dêem apoio no que faz e que lhe façam sentir melhor consigo mesma.

Seu humor terá um efeito muito forte sobre o andamento de suas amizades. No entanto, tenha cuidado para não agir de forma inconsistente com seus amigos, e fazê-los sentir-se confusos sobre seus sentimentos para com eles.

Os objetivos que você estabelecer na vida serão enormemente influenciados por atitudes que aprendeu quando criança. Tenha cuidado para não se estagnar muito em suas próprias crenças, porque elas poderão impedi-la de aproveitar as oportunidades quando crescer.




Vênus em Escorpião

Seus sentimentos são muito intensos; ou você gosta muito das pessoas ou absolutamente não gosta.

Somente os relacionamentos profundos significam algo para você. Acha bastante difícil dizer que gosta de alguém, porque tem medo de ser rejeitada. Para você, é duro traduzir seus sentimentos em palavras, porque eles lhe parecem muito complicados. É verdade que nem todos entenderão seus sentimentos, e você terá que aceitar isso.




Vênus na Casa Três

Você gosta de estar cercado de coisas belas e, mesmo quando jovem, poderá ter um grande interesse por arte, teatro ou literatura.

Você poderá aprender a elogiar e envolver outras pessoas, mas tente não se apoiar nessa capacidade para evoluir. As pessoas eventualmente aprendem a não confiar em elogios, e você deve tentar ser honesta, mesmo quando diz coisas agradáveis.

Você tem um bom sentido de forma e cor.

Se tiver irmãos, você provavelmente será muito próxima a eles, pois o seu amor é muito importante para você.




Marte em Aquário

Ao invés de trabalhar de acordo com padrões estabelecidos, você quer encontrar sua própria maneira, que você espera que seja a melhor. Isso lhe torna muito inventiva e original.

Com o passar dos anos, você se preocupará com a melhoria geral da sociedade. Você é bastante capaz de direcionar seus esforços, não para seu próprio benefício, mas para o benefício dos outros. Mesmo quando jovem, se ressentirá da noção de autoridade.

Se estiver convencida da importância de uma causa, trabalhará melhor em grupo que sozinha.




Marte na Casa Sete

Se quiser se entender com as pessoas, terá que aprender a conciliar. Você tende a querer que as coisas funcionem a seu modo o tempo todo, o que causa desavenças e até mesmo, brigas.

Tente não se colocar sempre em oposição aos outros. Se sentir que tem que ceder mais do que obterá em retorno quando cooperar com outras pessoas, será melhor trabalhar sozinha.

Se você gostar de trabalhar com alguém, você poderá trabalhar mais arduamente que quase todo mundo. Contanto que acredite que pode atingir seus objetivos através da cooperação, você certamente será bem sucedida.

É importante aprender essas lições já, do contrário, esse posicionamento poderá indicar um casamento difícil, pois você não conseguirá cooperar o suficiente para criar uma parceria verdadeira.



o que fariam se encontrassem um homem destes na vossa cama?

:D :D issso agoraaa ;)

j/k palem dakilo ser brazuca tem as de panilas... HOMENS DE MONTRA NAO RULLAM!
tou aki na aula de ITI e n posso fazer nada do trabalho pk a diskete com as coisas foi-se inda tou pa descoobrir como...

num vale a pena falar na familia muxego pk kem me conhece kja sabe o quão feliz eu estou.. aliás, como sempre fui, isto é apenas um complemento...(apenas não.. sobretudo)

tou aki a tentar vaguear para postar kker coisa de jeito, mas n ada me surge....

........a pensar..........

ok axo k n me surge mesmo nada lol

hmm.. teste d português, foi lindo, Aparição rulla bués:S

bem.. la vou eu continuar a trabalhar no meu site..

hasta
***muxego:)


"As vezes basta louvar
sonhar e tentar...
Mas outras vezes por mais que tentemos
nunca encontramos o que realmente queremos
e começamos a demoronar..."

Surpreendi-me com algumas reacções hoje.. tive uma conversa decente. fiquei a saber que adoro coíncidências!

______________________________________IMPROVISO___________________________________________




Cria que num banco espera
Que não tem consciência
Que declina e gira em redor de um mundo
Inexorável e axiomático... fictício
Perfeito

Num ápice a chuva rebelde
O som arrepiante
O renascer do que já havia moribundo
Que o relata que nem tem consciência

A malevolência
O negro, o azul, o vermelho, o roxo
As cores diabolicas que giram em volta da libido
E que me fazem rodopiar sobre meu intenso corpo
Com o meu eco a soar esvaído

O som...
Tu criatura demoníaca, que me faz viver, recear
Que faz a ponte entre o absurdo e o real
Que faz o meu corpo trepar e cambalear
E arrepiar

Sinto falta da tua revolta
Do teu sentir descontente
Da tua pedra fervente
O teu calor desumano
Cantando a tua dor de contente

O contraste que me faz convulsões
O sangue e a morte
O barulho que é musica
O eco que deixa de importar
O grito que silencia
O garantir que faz pensar...

A agreste da tua infância
O recordar daquele dia
Em que esperando num banco de jardim sentavas
E a tua vida perderas
Imortalidade inicialmente desejada
Mas depois renegada
Recusada
Repugnada.

sucka.. foi um improviso
Ela voltou!!!!!!!!!!!!!!!!! A minha motivação para escrever voltou!

E enontrei-a junto da coisa que mais perto de mim está dia apos dia.. desde que nasci! O sangue...



mudei de look.. pois sim...

um dia antes de o fazer.. tirei umas fotos, na tentativa de ficarem bem.. ma so melhor k saiu foi isto:



Titulo: You break my heart and set me on fire.. louder than love :)

As outras irei postando aki ao longo do tempo... you'll see!


Hasta

Icon deserves my claps...




bem... este blog ja teve melhores dias ja....

Sociedades, n tenho nem as quero ter. Egoista sim, mas pelo menos n vou culpar a estupidez de alguém pelo blog n ir para a frente...

Vou simplesmente postar coisas que escrevi.. que gostei...

www.iconandtheblackroses.com

uma banda tuga, com um guitarrista meu conhecido.. e k é muito boa.

de volta à vida das bandas.. eu.. maybe vou voltar a ser vocal.. n sei... indecisão.
Um ano tem 365 dias para podermos estudar...
Depois de tirar 52 domingos,só nos restam 313 dias....
No verão há 50 dias durante os quais faz demasiado calor para poder estudar... Assim restam-nos 263 dias....
Dormimos 8 horas por dia, por ano isso são 122 dias.... Agora temos 141 dias....
Se nos derem 1 hora por dia para fazer o que nos apetecer, 15 dias desaparacem, assim restam-nos 126 dias....
Gastamos 2 horas por dia a comer, assim usamos desta maneira 30 dias e sobram-nos apenas 96 dias no nosso ano....
Gastamos 1 hora por dia a falar com amigos e familiares, o que nos tira 15 dias, então restam-nos 81....
Exames e testes ocupam no mínimo 35 dias do nosso ano, portanto só nos restam 46.....
Tirando aproximadamente 40 dias de férias e feriados, ficamos apenas com 6 dias....
Digamos que no minimo estás 3 dias doente, e estás então com apenas 3 dias para poder estudar!
Digamos também que só sais 2 dias! Só resta 1 dia!!!!

Porém, esse único dia.....é o teu aniversário!...portanto......BOA SORTE A TODOS OS QUE
ESTÃO EM EXAMES!!!!!!

agradeço a kem fez o ultimo post :P

MAS NGUÉM COMENTA ISTO??
Bem, o que ha a dizer da sara...excelente pessoa...muito humana, talvez seja por isso que lhe chama de ave rara...bem nao sei o que dizer basta olhar pra ela que diz tudo, amiga dos amigos, esta ao pe de nos quando precisamos, bem eu nao a conheço a muito tempo mas pelo o que ja vi dela...é mesmo 1 ave rara :) ficamos amigos automaticamente...assim ja tenho mais alguem pra chatiar :) bem acho que é tudo...a nao espera se ela fosse 1 sentimento seria bem deixa ca ver...ta dificil...talvez vida...nao sei, loooled...ela é mesmo 1 pessoa extraordinaria é um azar da vida nao ter uma amiga como ela...bem well....that's all folks!!

A. Bettencourt "migalhas" Powerage
Este post é dedicado a todos os que têm aberto esta página dia após dia, e comentado às vezes.

Tenho conhecido muita gente pela net, umas que me fizeram rir, outras que me fizeram chorar.. mas todas elas me fizeram aprender, bem ou mal, a ingratidão da existência.

_________________A Arte do “BÓFIAAAAAAA”__________________________
O nosso corpo tem várias formas de se exprimir, mas não é preciso massacrar os outros com chamadas de atenção. O arrotar é uma dessas formas, sendo considerada uma arte e consequentemente, um orgulho.


A arte do “bófiaaa” renasce então em 2003, por obra do eixo do mal, o que causa um forçado desenvolvimento da audição, da atenção e dos reflexos. Caso contrário chegamos ao fim do dia com uma mão marcada na testa.
Para quem não conhece esta prática, ela é baseada num arroto seguido de um grito escandaloso dizendo “bófiaaaaaaaaaaaa”, e quem não puser a mão assim:



Leva um belo de um estaladão na testa.

Seria fácil ignorar esta arte se por acaso, a minha turma não passasse a vida a arrotar, mas o que acontece é quem num minuto somos capazes de ouvir uns 5 “bóooofiiiiiaaaaaaaaa’s”.
Quem detém o recorde de mais bófias em menos tempo é a Fly em Faro, que arrotava tanto que nem tinha tempo para declarar guerra.

PS- este post é apenas baseado me juízos de facto.
jaz dont biti brez znati kakšen bolan delam odslej. jaz šele bledost živeti , potipati , ter nobenkrat umreti. za yes , jaz ljubezen vampir šele jaz sovraštvo smrt. (lolada) i've nobenkrat been neživ , tudi kako moči jaz reči to?

I'm prestrašen od nedoločni zaimek prihodnji to moči nobenkrat preživelec. I'm tudi mladiči. jaz prepoved bledost umreti , veš! gloginja vwn to narod ubijanje , če oni prepoved znanje kako ia smrt? weee , ponesrečenec moči ljubezen tod od življenje. ter vsepovsod mi smo hoping ter wating zakaj reddempion od a Bog to sod doesn't biti.

Fuck ne sveže. jaz ljubezen sebi. kakšen biti krivičen ter pravilen?

jaz živeti zase. fuck " svež punca " ter " svet črt ".

**


Para quem pensava que a minha mania da vampiragem ia passar.. enganam-se, pois continua em força, por isso mesmo a minha vampiric_Idea ta em alta.

Esprem.. n estou a acreditar.. é domingo semi-noite e ainda estou num estado de semi- alegria!!! _Kukuia_ hj n me vais aturar! lol

---> Após a extinção do chamado Dread, veio à baila a "nova" moda: o ser alternativo. Pois bem.. como é que alguém pode ser alternativo se isso ja se tornou moda? blahg.. eu continuo na minha, estas modices so fazem é que eu queira ser mais uma "personagem-tipo"... ca treta...

"Se soubesses o quanto custa mandar, querias obedecer toda a tua vida"- e viva o Estado Novo looooooool




____________________________________VIVA SOCIOLOGIA_________________________________

ah pois é.... eu k n gosto nada de sociologia.. passei entao a gostar ao saber que é prova de ingresso para o meu curso.. ABENÇOADA UTL!!!


...e é deste modo que exprimo a minha felicidade... nada giro n senhor...

é claro que para fazer pleno teria de se vestir de preto e tocar guitarra...aí seria perfeito. lol

***
n me apetece dixer nada.... tou a hibernar
______________________________________Certo ou errado______________________________________

ando numa fase em que não sei o que quero, quer dizer...
à priori sei, mas depois tudo me parece descabido, total ou parcialmente. O certo e o errado n existe, o que existe é a ausência da consciência do que é a Verdade, logo , ninguém sabe o que é certo e o que é errado.

ai ai ai ai ai ai ai ai ai ai a ia ia ai ai

queixo-me de barriga cheia... mas o que se há-de fazer? justiça será feita mais tarde ou mais cedo....

Justiça? bem.. parexo um jeové ou assim a falar. ma sk se foda.

n tou com puta de paciência para isto

**
__________________________________OS IMORTAIS________________________________

Viagem a faro... n vou falar dela, apenas vos deixo com uma linda imagem...


simplesmente inesperado.

Não é de qualquer modo esperado que eu comente a imagem, porque o meu estado, assim como o de outros, era de total ou pacial imortalidade, o que provocou uma forte inibição dos sentidos, causando uma fraca percepção de momentos detalhados e sua respectiva retenção cognitiva.

Foi muto fixe... apesar dos apesares(guida*)

***
loveya all
______________________________________VIAGEM__________________________________


Hoje Acordei a chorar. Temi que aketa puta de sonho se tornasse realidade. O porquê do sonho? Consegui entender que ontem desprezei muitas das pessoas que eu considerava amigos. Durante o sonho, em que todos eles tinham morrido, apercebi-me da falta que eles me fazem... com quem iria eu falar? com quem iria eu partilhar o que vivo?

Puta de sociedade, disse eu bem. mas estava eu aí incluída.

So espero que em Faro corra tudo bem... sempre em alta!
Ps- guidinha dsculpa akilo de ontem... fui mto egoísta.

è por este meio que declaro a indecência da escola secundária de são joão da talha, na qual os alunos têm sido abrigados a uma serie de maus tratos e outras experiências traumatizantes.

eu, estive lá, e consegui, com uma câmara de alta tecnologia extra- minuscula(não visivela olho nú), retratar o que lá se passa. E digo-vos, isto sim devia ser exposto na TVI:



como vêm, para além de abusos de variada índole, os alunos ainda sao literalmente obrigados a ingerir substancias altamente perigosas, bem como medicamentos por testar.

é obvio que por questões de segurança, as identidades das vitimas estão protegidas.

Maharet

ps- este artigo é puramente ficção e qualquer coincidência como real é PURA COINCIDÊNCIA(lol)


pois é... a menina sara ja começou a aprender a tocar guitarra... tapem os ouvidos.

o que interessa é k tou a adorar. o resto é conversa.

**
Já faz algum tempo em que se conversa sobre este assunto...o que é realmente importante: o aspecto exterior ou interior(sim, porque o interior tem um aspecto)?

Claramente indissociáveis, mas de qualquer forma permanece o interior...

Não, eu não sou apologista do “quem vê caras não vê corações”, até porque penso que existem muitas caras que demonstram o coração. Mas deste modo: eu falo com uma pessoa, vejo os traços físicos claro, mas o que nós(falo no geral, há sempre excepções ranhosas) damos importância não é aquele corpo em si, mas ao que o ser que nele habita faz. Fazendo uma comparação... uma rapariga lindissima que é envergonhada, e que tem uma atitude rude... vai atrair pouco. Agora imaginem o mesmo corpo, mas adoptado por alguém extrovertido, que transparece alegria, e tem o seu K de provocante... vai atrair muito... comparação mal conseguida... mas nice;)

Em conclusão, o que acontece comigo e com pessoas com quem já falei, é que não se dá valor ao rosto, mas à sua expressão. Assim como o andar, o sentar, o comunicar... e que é que rege o corpo? É o ser interior, que se exprime através do mesmo, e que de uma forma ou de outra, irá ter uma aparência...

Então voltamos ao mesmo: a aparência conta! Mas é a aparência de nós, e não do corpo, que por vezes ingrato, nos trata mal porque se calhar também o desprezamos.

“Mente sã em corpo são”? hmmm... maybe...

Corpos fabulásticos para exibicionismo? Para quê, se passados 15 anos isso se esvai? Bah....



Outra coisa... para quem vê o meu blog e é apreciador de metal... que ouça THE BLACK DAHLIA MURDER... vale a pena.

Hasta **
Os piores...

eu ando sem paciência nenhuma... sinceramene... eskeço-me de muita coisa... ando paki tipo zombie...enfim...muita coisa que se tem passado nesta pdi e uqe apesar de haver coisas más, muitas coisas boas irão vir ao cimo...

ainda hoje dei comigo a pensar... eu sou exigente demais...mas secalhar é isso que me distingue de tantos outros...

Bem ppl FARO EM GRANDE... ainda encontramos por lá a nossa amiga idália a bombar em grande ao som de Papy chulo.lol

hmm...i love my life...thats why life loves me;)

hasta _maharet_

Ps- jks ao gonças pela tarde ;)


Ai ai.... n sei o que hei de escrever, sinceramente, mas talvez seja esse o principal motivo porque escrevo, porque parto sempre do nada, e é nesse nada que tudo se forma de uma forma impressionante e minha.

Olhei mesmo agora para as minhas unhas... ora aí está uma coisa que desde sempre digo que vou deixar de fazer, e que continuo...

Dieta é outra das coisas...

Calar-me é outra...

Mas decerto que um dia vou ter de fazer com que exista um stop, mas espero que aconteça na duas coisas anteriormente escritas e não no me calar.

PORQUE A MIM, NINGUÉM ME CALA!(xiiiii, como eu estou)

Uma das coisas que mais valorizo nesta minha passagem efémera pelo planeta é o facto de ter liberdade de expressão. É claro que também não digo só merda! As vezes lá sai uma bardazita, mas tenho consciência que me sei exprimir.

Este blog é uma prova disso... o problema, é que nem eu descobri ainda a utilidade disto, porque o feedback é escasso. Por isso peço que a todas as pessoas que estejam a ler isto, que deixem, quanto + n seja um “oi” nos comments, porque as vezes dá-me a impressão que falo para as paredes, mas nice....

Hmm, o teatro vai começar de novo... os ensaios já começaram... que saudades de representar perante salas cheias(de ar...-lol).


Hasta luego ojos de fuego ***
Hoje é dia dos namorados... apenas mais um dia que se tornou num negócio, pois quem ama, fá-lo todos os dias, a toda a hora, e nunca num só dia. Ai que romântica que eu estou hoje... não sei o k se passa comigo :p



Sinceramente... n sei... acho que nunca deixei o cupido me acertar verdadeiramente. Mas, andei a rebuscar no meu baú e encontrei um livro que me ofereceram há uns aninhos: GUIA COMPLETO DO BEIJO, por acaso, foi no dia dos namorados. Coisas de miudos, enfim...

Mas o mais engraçado que encontrei foi umas frazezitas que explicam as coisas de uma forma mais cientifica (LOL). E que nos deixam muito esclarecidos!

Aqui estão uns exemplos:

“o beijo é uma contracção da boca provocada por uma dilatação do coração”- bem, já sabem que um dos primeiros sinais de anomalias de índole cardíaca são beijar compulsivamente.

“Um beijo é uma coisa que não se pode dar sem receber; nem se pode roubar sem dar”- ladrão que rouba a ladrão...

“Beijar uma rapariga é como abrir um frasco de azeitonas- só é difícil tirar a primeira”- estes preconceitos machistas...

“Quando se sobe uma escada é tem de se começar pelo primeiro degrau” – e se for a descer?

“Um homem que consegue guiar um carro ao mesmo tempo que beija uma rapariga bonita, não está, simplesmente , a dar ao beijo a atenção que ele merece”- contra ordenação muito grave! Vou ter que o multar.

Mas esta é a minha preferida:

“Mais vale beijar um abacate do que lutar com um papa-formigas”- pois... quem tiver uma explicação válida para esta frase, que deixe aki um comment, pois merece um prémio.

Quem estiver apaixonado, que goze muito este dia, e muitos parabéns a Guida, porque ela merece, e curtam muito a noite. Eu desforro-me em Faro, descansem!

Hasta

Ps- queria agradecer a algumas pessoas pk têm tido a puta de paciência para me aturar: gonxalinho, Guida, sininhu. Nataxita, Angel , Fly, Nessa,... loveya all.

Amanha é a guidinha faz anos(parabens amoriiiii***), e para alem disso, é dia dos namorados. Ontem ouvi alguém comentar que era o dia das encalhadas(lol)!

Eu ando a ser eu! Realmente eu! Estou feliz por conhecer pexoal de quem eu muito gosto, mas que se calhar daki a 5,6 meses, já passamos na rua e nem seker nos falamos. Enfim... é a vida.

Este ano estou a esmerar-me. Nem me refiro a notas, mas a amigos, a projectos. É assim que eu gosto de viver, rodeada de muita coisa!!!

Epá, mas tenho uma importante petição a fazer: e que tal se fizéssemos uma recolha de assinaturas para que calassem a pureza em época de testes?! Grrrrrr... ainda hoje, testezinho de história po buxo (para kem não conhece, os testes de historia dakela prof são realmente fddos, o ppl fica todo com uma neura...) e lá andava a pureza com as suas frases magníficas e a sua vozita de cana raxada a gritar pelo pavilhão. Ai k stress. Mas tasse bem...ainda vou ter saudades dela vão ver...