O Rio

Como eu odeio este sofrimento,
Esta dor cá dentro,
Correndo nas minhas veias,
Como águas alheias.

3 comentários:

Maharet disse...

Sim, tenho de te comentar compulsivamente. Tudo isto porque a frase me diz muito. É intensa, frofunda, cheia de aquilo que nunca se tem! Sim, nota-se o meu sentir exaltante nestas palavras, porque adoro o que escreves. Podes não ter em conta aspectos que os mestres têm, mas não é por isso que a tua escrita deva ser menosprezada. Mais uma vez repito que adorei a frase, de tantas vezes a ler. Não... não me canso. Está com um ritmo fantástico! Seria capaz de escrever um livro só com a tua frase! Continuá-la com medo de a perder!
Perdoa-me tantas palavras, mas adorei, adorei, adorei!
***

mylostwords disse...

quer-me parecer que temos aqui um outro "não-poeta". não me interpretes mal."não-poeta" porque tal como muitos que andam por aí não conseguem reconhecer a beleza das suas palavras como os outros conseguem (acho que assim se passa com a maioria de nós). e resta-me dizer-te que este texto embora pequeno na sua dimensão é grandioso e está muito bem conseguido poeticamente. Congratulo-te. *

Anónimo disse...

Gostei do teu sofrimento... é igual ao meu... mas tu sabes descreve-lo... um grande beijinho.
Magnólia