Deixei a porta aberta para te ver chegar. Parei a minha vida, o meu pensar, para que os meus sentidos te admirassem à chegada. Nunca tinha feito isso até então, mas repentinamente senti a tua falta. Sentei-me, e esperei.
Uma hora.. duas horas... três. Uma noite e um dia.
Fechei a porta e mal virei costas ouvi um bater ensurdecedor na madeira inteligente.
Não eras tu. Era apenas a notícia de que nunca mais voltarias.
Não.. não morreste.
Eu é que não esperei o suficiente.
2 comentários:
Achei este post um antonimo ao que faço no meu blog (http://naobebemosagua.blogspot.com passo a pub). Muito serios mas interssantes. Continua
não tem não esperar o sufeciente...secalhar era ele k devia se ter apressado um pouco sabendo que esperavas.. (saint_sinner)
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